Sabemos que a chegada da Computação em Nuvem mudou a forma que o departamento de TI entrega serviços e a agilidade com a qual os negócios crescem. A Cloud Computing revolucionou processos das empresas e trouxe a tiracolo diversos benefícios a nível de negócio.

Mas ela não trouxe só isso.

Como toda grande novidade, a Computação em Nuvem também veio com a bagagem de muitos mitos e dúvidas, alguns que existem até hoje.

Selecionamos 3 deles para conversarmos nesse post, inclusive apontando quis mitos possuiam algum fundamente e o que fornecedores de nuvem como a Microsoft tem feito de melhoria contínua na plataforma. Vamos lá?

#1 Custo da Computação em Nuvem

Se existisse um ranking dos mitos sobre esse tema, com certeza o de custos ocuparia o primeiro lugar do pódio, tanto que esse tópico costuma se dividir em pelo menos 3 subtópicos que explicaremos melhor a seguir:

  • A nuvem é muito cara.
  • A nuvem é sempre mais barata.
  • Eu não consigo controlar bem meus custos na nuvem.

Bem, a verdade é que a nuvem quase sempre é mais barata, principalmente quando levamos em consideração que é muito difícil para uma empresa mapear 100% dos custos de uma infraestrutura local.

Na nuvem, quando fazemos comparação com o ambiente on-premise, há um equívoco muito comum em comparar o preço da aquisição de um servidor novo, que seria uma despesa com um prazo para finalizar, com o custo recorrente da nuvem.

Para ficar mais fácil visualizar, vamos dizer que você tenha orçado um servidor de R$ 12 mil e vai dividi-lo em 10x, então você teria um custo mensal de R$ 1,2 mil mensais pelo período de 10 meses apenas. Já se você contratar um servidor em nuvem ao valor de R$ 1,2 mil mensais, você não estará livre desse custo em 10 meses.

Em uma conta de padaria, o melhor seria você comprar o servidor, correto? Sim e não. Porque a conta da infraestrutura local não é só essa, ela precisa levar em consideração muitos outros custos envolvidos na manutenção.

Por exemplo, quando você tem um computador local, no seu datacenter, dentro da empresa, ele tem o custo para se manter ligado (energia), refrigeração, cabeamento de rede, instalação, manutenção, aquisição de licenças, garantia de servidor, entre outros custos.

Já na nuvem, todos esses custos estarão inclusos no seu valor de contrato, que pode ser facilmente controlado e ajustado conforme a sua necessidade.

Além disso, precisamos levar em consideração os formatos de investimento, já que a aquisição de servidores locais precisaria de um capital para investimento inicial, CAPEX, enquanto a adoção da Cloud Computing seria realizada no modelo OPEX.

Outra pergunta comum é: e se eu já tenho a minha estrutura, vou me desfazer de tudo? Não. O que você tem pode (e deve) ser utilizado, até pela questão da preservação do investimento. Nesse caso, a melhor aposta é em um ambiente híbrido, em que você não precisa mais fazer novas aquisições on-premise. A partir de então, você passa a crescer na nuvem.

Mas se você é uma empresa nova? Recomendamos fortemente que você aposte em um ambiente Cloud, seja pelo valor do investimento inicial ou pelos benefícios de escalabilidade da nuvem.

E falando sobre controle, é muito fácil ter controle sobre os gastos com nuvem, para isso basta que você invista em monitoramento das cargas de trabalho e aplicativos, fazendo os ajustes com base nas necessidades atuais e planejadas. Na plataforma Azure, por exemplo, esse acompanhamento é feito de forma clara e facilitada. Invista em um parceiro de nuvem eficiente para te apoiar nisso.

#2 Segurança

Segurança é outro assunto que ostenta polêmicas em dois extremos:

  • A nuvem não é segura.
  • A responsabilidade da segurança é 100% do fornecedor.

Primeiro é preciso que você entenda que nenhum fornecedor pode garantir que o seu ambiente esteja 100% seguro porque Segurança da Informação envolve também pessoas, e elas precisam ser treinadas.

Depois, entenda que sim, a nuvem é segura. Os ambientes criptografados e redundantes trazem excelência à segurança da computação em nuvem. Mas isso não significa que ela garante 100% de segurança.

A verdade é que a Cloud Computing traz alguns caminhos mais rápidos, mais fáceis e mais modernos ao disponibilizar algumas medidas de segurança da informação, mas a gestão da nuvem é compartilhada. Ou seja, quando provisionamos um servidor na nuvem Microsoft, por exemplo, precisamos também pensar em como manter esse ambiente seguro.

Trouxemos na imagem abaixo, de forma bem sintetizada, qual o nível de responsabilidade de cada parte para garantir que os dados estejam seguros.

Entender em que nível essa responsabilidade da segurança dos dados é compartilhada, vai dar mais clareza sobre as ações necessárias para identificar os possíveis riscos e minimizar os impactos negativos ao negócio.

Se você quer saber mais sobre esse assunto em específico, pode assitir ao nosso webinar sobre o tema:

#3 Velocidade

Por último, mas não menos importante, a velocidade.

Como a aplicação não ficava dentro da empresa, em um datacenter local, esse foi outro mito que nasceu junto com a Nuvem.

No começo essa lentidão até existiu, já que a maior parte dos datacenters ficavam localizados nos EUA e na Europa.

Até que, há muitos anos, a Microsoft, assim como outras empresas de cloud, trouxeram datacenters para o Brasil, o que reduziu muito a latência entre essas comunicações. A Microsoft, por exemplo, anunciou há pouco uma redução de 90% na latência dos serviços de nuvem no Brasil.

A latência, basicamente, é o tempo que uma informação leva para ser transmitida de um ponto a outro, por exemplo, de um servidor da plataforma Azure ao computador do usuário de uma aplicação hospedada ali. Quanto menor for esse intervalo de tempo, mais rápida é a resposta às demandas do cliente.

Além disso, outros pontos que influenciam nesta velocidade é o desempenho do servidor e do link da Internet, lembrando que este último ponto promete melhorias com a chegada do 5G.

Para concluir, salientamos que a nuvem é rápida, segura e econômica, além de dar poder de escalabilidade aos negócios. Mas para que você obtenha todas as vantagens da Cloud Computing, é necessário um planejamento da sua jornada para a nuvem e o acompanhamento de um parceiro especialista no assunto.

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