A computação em nuvem é, em linhas gerais, a entrega de serviços de computação pela Internet. Mas há diferentes maneiras de implantar recursos de cloud (nuvem). As opções incluem nuvem pública, privada e híbrida. Apesar de oferecerem o mesmo benefício de escalabilidade, disponibilidade e confiabilidade, há algumas pequenas diferenças que determinam qual a melhor opção para sua empresa. Vamos conferir?

Nuvem pública

Nesse modelo, os recursos de cloud (como servidores e armazenamento) pertencem a um provedor de serviço terceirizado, são operados por ele e entregues pela Internet. O Microsoft Azure é um exemplo desse formato. Em uma nuvem pública, você compartilha os mesmos dispositivos de hardware, de armazenamento e de rede com outras organizações ou “locatários”. Você acessa serviços e gerencia sua conta usando um navegador da Web. Entre os principais benefícios que ela entrega está a redução de custos, já que não há necessidade de comprar hardware ou software e você paga somente pelos serviços que usa.

Nuvem privada

Uma nuvem privada consiste em recursos de computação usados por uma única empresa ou organização. A nuvem privada pode estar localizada fisicamente no datacenter local da sua organização ou pode ser hospedada por um provedor de serviços terceirizado. Mas nesse modelo, os serviços e a infraestrutura são sempre mantidos na rede privada e o hardware e o software são dedicados unicamente à sua organização. Em detrimento a nuvem pública, ela apresenta maior flexibilidade, permitindo uma personalização do ambiente de nuvem.

Nuvem híbrida

As nuvens híbridas combinam a infraestrutura local, ou seja, as nuvens privadas, com as nuvens públicas, permitindo que as organizações aproveitem as vantagens de ambas as opções. Nela, dados e aplicativos podem ser movidos entre as nuvens públicas e privadas. É possível definir seu uso usando a nuvem pública para grandes volumes e a nuvem privada para operações mais críticas, por exemplo. Uma de suas principais vantagens é a facilidade na transição para a nuvem não precisa ser turbulenta porque você pode migrar gradualmente, passando as cargas de trabalho ao longo do tempo.

 

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Fonte: Microsoft